O Egito realizou nesta terça-feira o maior protesto já feito contra a permanência do presidente que está há 30 anos no poder. Em vez de um milhão de manifestantes, dois milhões saíram às ruas do Cairo para pedir a renúncia de Hosni Mubarak.
Aos poucos, a população se aglomerou na praça Tahrir para exigir a saída de Mubarak. A população se concentrou longe do Palácio do Governo para evitar o confronto com a segurança do presidente. O Comando Militar também posicionou tanques perto do palácio e na entrada das pirâmides.
Grupos gritavam o nome de um dos líderes da oposição. Mohamed Elbaradei declarou que não vai negociar com o governo enquanto Mubarak estiver no país. O vice foi autorizado pelo presidente a discutir as reivindicações do movimento, que incluem mudança na legislação e um governo de transição.
O Exército prometeu não reprimir o protesto, mas quando alguns saqueadores foram detidos houve confusão. As pessoas queriam impedir as prisões e cercaram os militares. Nos olhos de um soldado era possível ver o desespero diante da multidão. Ele apontou a pistola e depois disparou para o alto.
A mobilização popular que segue durante a noite também acontece em outras sete cidades, incluindo as principais depois do Cairo - Suez e Alexandria. Os manifestantes pedem a renúncia de Mubarak até sexta-feira, batizada de "o dia da saída".
Aos poucos, a população se aglomerou na praça Tahrir para exigir a saída de Mubarak. A população se concentrou longe do Palácio do Governo para evitar o confronto com a segurança do presidente. O Comando Militar também posicionou tanques perto do palácio e na entrada das pirâmides.
Grupos gritavam o nome de um dos líderes da oposição. Mohamed Elbaradei declarou que não vai negociar com o governo enquanto Mubarak estiver no país. O vice foi autorizado pelo presidente a discutir as reivindicações do movimento, que incluem mudança na legislação e um governo de transição.
O Exército prometeu não reprimir o protesto, mas quando alguns saqueadores foram detidos houve confusão. As pessoas queriam impedir as prisões e cercaram os militares. Nos olhos de um soldado era possível ver o desespero diante da multidão. Ele apontou a pistola e depois disparou para o alto.
A mobilização popular que segue durante a noite também acontece em outras sete cidades, incluindo as principais depois do Cairo - Suez e Alexandria. Os manifestantes pedem a renúncia de Mubarak até sexta-feira, batizada de "o dia da saída".
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